Going back to basics: Everything is communication…

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Bárbara Antunes, Research Associate at Centro de Estudos e Investigação em Saúde da Universidade de Coimbra (CEISUC) Portugal   and Visiting Research Associate at Cicely Saunders Institute, King’s College London, UK.

Bárbara Antunes

Bárbara Antunes

Do you greet someone with a handshake, one kiss on the cheek, one kiss on each cheek or a total of three kisses on the cheeks? Having had the opportunity of being part of two EU-funded projects, PRISMA  and EUROIMPACT, these are some important issues to be aware of, as you start meeting international collaborators who will be your colleagues for a number of years.

So, if this simple cultural aspect is so variable, imagine working in an international European group: most people will not be English native speakers so they will not be working in their native language. They will, however, communicate mainly in writing, by email, possibly not having met all collaborators in person. As for face-to-face, real-time interaction, this will happen maybe twice a year during meetings and maybe through one or two Skype meetings, if the webcams are working properly! And people may find themselves asking questions such as, “Oh, sorry, were you asking or stating?” because the voice inflexion of a particular language used in another, in this case English, might cause a bit of confusion. They will be experts in different topics (under the broad topic of palliative care) with different backgrounds and disciplines, different perspectives and experiences, as well as researchers starting in the field.

And there are so many different institutions, contexts and ways of doing things, different interpretations on time/timings (there is a chance that the concept ‘deadline’ has as many definitions as there are cultures!), and different definitions for the same word or concept. There are unsuspected pitfalls and perhaps too many assumptions. Unconsciously, you tend to assume that rules in other institutions are the same as in your own institution, that everyone has the same resources, access to the same opportunities and shares the same logistical nightmares. “My reality must be their reality.”

So, if communication is the key to interaction with another human being – and don’t just think verbal/non-verbal, think concrete examples; after all, papers, abstracts, posters, presentations, reports, blogs, everything is communication – then, clarifying issues and concepts is the master key for a smoother international research experience.

If you are about to embark on an international collaborative project, “So, just to clarify…” should be part of your vocabulary and possibly even embedded in your new email signature!

It has been a very enriching experience to live outside my country and be part of such cultural diversity. I have had an exponential learning curve that is still on the rise! From methodological skills to networking and making friends for life, it has been a once-in-a-lifetime experience.

Good luck and enjoy. It goes by really fast…

If you’d like to share your experiences of being part of an international project please leave a comment below, send me an email  or Twitter: @B_CP_Antunes

Voltar ao básico: Tudo é comunicação…

Bárbara Antunes, Investigadora Colaboradora do Centro de Estudos e Investigação em Saúde da Universidade de Coimbra (CEISUC) Portugal e Investigadora Convidada no King’s College London, Instituto Cicely Saunders, Reino Unido.

Bárbara Antunes

Bárbara Antunes

Cumprimentam uma pessoa com um aperto de mãos, um beijo na cara, dois, ou um total de três beijos na cara? Tendo tido a oportunidade de fazer parte de dois projetos financiados pela União Europeia, PRISMA e EUROIMPACT  estas são algumas das importantes questões a considerar, quando se começa a conhecer os colaboradores internacionais que serão nossos colegas durante alguns anos.

Se este simples aspeto cultural é tão variável, imagine-se trabalhar num grupo internacional europeu: a maior parte das pessoas não tem inglês como primeira língua portanto, não estarão a trabalhar na sua língua materna. Irão, no entanto, comunicar principalmente por escrito, por mail, possivelmente não conhecendo todos os colaboradores pessoalmente. No que diz respeito a interação em tempo real, em pessoa, isto acontecerá talvez duas vezes por ano em reuniões do grupo, e talvez durante uma ou duas reuniões por skype, se as câmaras estiverem a funcionar como deve ser! E algumas pessoas irão fazer perguntas como, “Ah, desculpe, estava a perguntar ou a constatar?” porque as inflexões de voz de determinada língua usadas noutro idioma, neste caso o inglês, serão passíveis de causar alguma confusão. Os colaboradores são especialistas em diferentes tópicos (dentro do tema geral Cuidados Paliativos) com diferentes formações de base, diferentes perspetivas e experiências, alguns em início de carreira.

E há tantas instituições diferentes, contextos e maneiras de fazer as coisas, diferentes interpretações de tempo (é possível que o conceito “prazo final” tenha tantas definições quantas as culturas que existem!) e diferentes definições para a mesma palavra ou conceito. A armadilha inesperada? Demasiadas suposições! Inconscientemente, tende-se a assumir que as regras de outras instituições são as mesmas que as do próprio, que todos têm os mesmos recursos, acesso às mesmas oportunidades e partilha dos mesmos pesadelos logísiticos! “A minha realidade deve ser a realidade deles.”

Assim, se a comunicação é a chave para interagir com outro ser humano – e não se pense apenas em termos verbal/não-verbal, mas em exemplos concretos: afinal artigos, sumários, pósteres, apresentações, relatórios, blogs, tudo é comunicação – então, clarificar assuntos e conceitos é a chave-mestra para uma experiência internacional em investigação mais tranquila.

Se está prestes a iniciar um projeto de colaboração internacional as palavras “Então, só para clarificar…” devem fazer parte do seu vocabulário e possivelmente até da sua assinatura de email!

Para mim, viver noutros países e fazer parte desta diversidade cultural foi uma experiência muito enriquecedora. A curva exponencial de aprendizagem que tive continua a aumentar! Desde competências metodológicas, a criar e manter contactos de trabalho até fazer amigos para a vida, esta experiência foi única.

Boa sorte e aproveitem! Passa muito depressa…

Se quiser partilhar as suas experiências de fazer parte de um projeto internacional, por favor deixe o seu comentário abaixo, ou contacte via email: barbara.antunes@kcl.ac.uk ou Twitter: @B_CP_Antunes

Obrigada à Dra Sofia Vilar Soares pela revisão do texto em Português. 

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2 Responses to Going back to basics: Everything is communication…

  1. Pingback: Going back to basics: Everything is communication… | EAPC Blog | All Things Palliative - Article Feed

  2. Katrien says:

    Communication is indeed the essence of functioning as a human being. And you clarified very well all the obstacles One may experience being part of an international research project.
    I want to add to this that my experience having been part of an international research training project, is that actually we all should be speaking the same language i.e. that of the patient and the (formal/ informal) caregivers. And I guess that this skill is key in preventing communication conflicts. Speaking the language of the patient and the caregiver is a never ending exercise and helps to keep One grounded, focused and ego-free.

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