Palliative care in Brazil: sharing the learning in Barretos Os cuidados paliativos no Brasil: compartilhando o aprendizado em Barretos

Clique aqui para ler a versão em português.

Welcome to this week’s special series of posts from Brazil. Camila Crovador, Research Coordinator, Center for Research Support at Barretos Cancer Hospital, reports on the 3rd Symposium on Palliative Care in Barretos, Brazil

Camila Crovador

Camila Crovador

I work at the Barretos Cancer Hospital in the city of Barretos in southeast Brazil. The hospital accepts patients from all around the country; we do more than 1,000 consultations a day and patient care is completely free of charge. As Research Coordinator my job is to conduct research that is specific to palliative care. The department that I work in is well equipped to facilitate research in the hospital and has a highly qualified team.

On 3 to 4 October 2013, our palliative care team organised the 3rd Symposium on Palliative Care at our hospital. One hundred and twenty-two participants attended the Symposium; they came from all over the country and from many different professions: nurses, physicians, psychologists, dentists, therapists, students and others. For the organisers and participants alike it was a major achievement. I say this because so few professionals know about our multidisciplinary team and how we deliver palliative care to improve the quality of life of our patients and their families.

Palliative care in Brazil, when compared to Europe, is relatively young. The first documented example of a palliative care movement in Brazil occurred in 1989 with Dr Magda Rezende who brought her experience based on the work of St Christopher’s Hospice in London. In 2004, The Barretos Cancer Hospital started a palliative care service using an interdisciplinary model. We reached another important milestone in 2005 with the creation of the National Academy of Palliative Care (ANCP), the representative body of the palliative care movement in Brazil that has achieved a great deal in a small period of time. There is a huge diversity of knowledge to share and already many professionals are dedicated to the furthering of knowledge, discussion and dissemination of palliative care in Brazil. But we need to attract more new professionals to the palliative care movement in our country and to provide them with a greater breadth of knowledge. And this is exactly what the Symposium set out to achieve.

A range of impressive speakers, including Professor Sheila Payne from the United Kingdom, shared with us their experiences in palliative care. We had the opportunity to discuss communication at the end of life, delirium, bioethics, pediatrics, surgery and other topics. For me, one of the highlights of the Symposium was the talk on communication and I was fascinated to hear about verbal and non-verbal communication during an interview.

Despite all the hard work in organising the Symposium and the sleepless nights worrying about it, we think that we achieved our aim in spreading greater awareness of our palliative care team and, indeed, in palliative care generally in Brazil. So, I would like to congratulate all the participants who believe in continued improvement and dissemination of palliative care in Brazil. Until our next Symposium!

Coming up…
We’ll bring you more about palliative care in Brazil later this week when Professor Sheila Payne, EAPC President, will be interviewing a palliative care physician, Dr Luis Fernando Rodrigues, and a family therapist, Tânia Madureira Dallalana. 

Versão em português

Os cuidados paliativos no Brasil: compartilhando o aprendizado em Barretos

Camila Crovador, coordenadora de pesquisa do Núcleo de Apoio ao Pesquisador do Hospital de Câncer de Barretos, relata sobre o 3 º Simpósio de Cuidados Paliativos em Barretos, Brasil.

Camila Crovador

Camila Crovador

Eu trabalho no Hospital de Câncer de Barretos, na cidade de Barretos no sudeste do Brasil. O hospital atende pacientes de todo o país, fazendo mais de 1.000 consultas por dia de maneira totalmente gratuita. Como coordenadora de pesquisa, meu trabalho é a condução de pesquisas específicas em cuidados paliativos. O departamento em que trabalho possui todos os recursos para pesquisa no hospital, além de uma equipe altamente qualificada.

Nos dias 3 e 04 de outubro de 2013, a nossa equipe de cuidados paliativos organizou o 3 º Simpósio de Cuidados Paliativos no nosso hospital. Cento e vinte e dois participantes compareceram ao Simpósio, oriundos de todo o país e de diferentes profissões: enfermeiros, médicos, psicólogos, dentistas, terapeutas, estudantes e outros. Para os organizadores e participantes o Simpósio foi uma grande conquista. Digo isso por tão poucos profissionais conhecerem sobre a nossa equipe multidisciplinar e como nós focamos os cuidados paliativos na melhoraria da qualidade de vida de nossos pacientes e seus familiares.

Os cuidados paliativos no Brasil, quando comparado com a Europa , é relativamente jovem. O primeiro exemplo documentado de um movimento de cuidados paliativos no Brasil ocorreu em 1989, com o Dr. Magda Rezende, que trouxe sua experiência com base no trabalho do St Christopher’s Hospice, em Londres. Em 2004, o Hospital de Câncer de Barretos iniciou o atendimento em cuidados paliativos usando um modelo interdisciplinar. Outro marco importante ocorreu em 2005, com a criação da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), o órgão representativo do movimento paliativista no Brasil, que alcançou muito em um pequeno período de tempo. Há uma enorme diversidade de conhecimento para compartilhar e muitos profissionais dedicam-se ao aprofundamento do conhecimento, discussão e divulgação dos cuidados paliativos no Brasil. Mas precisamos atrair ainda mais novos profissionais para os cuidados paliativos em nosso país e proporcionar-lhes uma maior amplitude de conhecimento. E é exatamente isso que o Simpósio se propôs atingir.

Tivemos uma série de palestras impressionantes, incluindo a professora Sheila Payne do Reino Unido, que compartilhou conosco suas experiências de pesquisa em cuidados paliativos. Tivemos a oportunidade de discutir a comunicação no final da vida, delirium, a bioética, pediatria e cirurgia paliativa e entre outros tópicos. Para mim, um dos destaques do Simpósio foi a palestra sobre comunicação, pois fiquei fascinada ao ouvir sobre a comunicação verbal e não- verbal durante uma entrevista com o paciente.

Apesar de todo o trabalho duro na organização do Simpósio e as noites em claro se preocupando com isso, pensamos que atingimos o nosso objetivo que é difundir uma maior consciência da nossa equipe de cuidados paliativos e, de fato, em geral, os cuidados paliativos no Brasil. Então, eu gostaria de parabenizar a todos os participantes que acreditam na melhoria contínua e na divulgação dos cuidados paliativos no Brasil. Até o nosso próximo Simpósio!

Em breve…
No decorrer da semana, nós traremos a vocês mais informações sobre os cuidados paliativos no Brasil, quando a Professora Sheila Payne, Presidente da EAPC estará entrevistando o Médico de Cuidados Paliativos, Dr Luis Fernando Rodrigues, e uma terapeuta familiar, Tânia Madureira Dallalana.

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